O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acaba de soltar a <b>bomba</b> que vai abalar as estruturas do futebol paraense e, sim, pode atingir o <b>SEU bolso</b>! O Remo, gigante do Norte, foi <b>DENUNCIADO</b> em três frentes e corre o risco de pagar uma multa <b>PESADA</b> de até R$ 100 mil. O detalhe que revolta? Neymar, o astro que causou toda a confusão, passou <b>LISO</b>! Isso mesmo! Enquanto o clube da sua terra pode sangrar dinheiro que faria falta, o grandão se livra. Onde está a justiça que o povo trabalhador tanto busca?
STJD BATE NO LEÃO AZUL: AS DENÚNCIAS QUE PODEM DRENAR DINHEIRO DO CLUBE
A procuradoria do STJD não perdeu tempo e, baseada na súmula do árbitro Anderson Daronco, intimou o Clube do Remo, o zagueiro Marllon (expulso na partida) e o supervisor de futebol Diego Ziegg. A confusão se deu após a polêmica eliminação na Copa do Brasil contra o Santos, no Mangueirão. O Remo está enquadrado no temido Art. 213, I do CBJD por “incapacidade de prevenir e reprimir desordens”, o que pode gerar, além da multa salgada de até R$ 100 mil, a perda de mando de campo! Uma <b>paulada</b> para o planejamento do clube e para a paixão do torcedor.
Marllon responderá por “hostil ou falta grave” (Art. 250, § 1º, I), com pena de um a três jogos de suspensão. Já o supervisor Diego Ziegg encara o Art. 258, § 2º, II, por “conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva”, podendo pegar até seis partidas de gancho. O STJD foi <b>duro</b> e <b>direto</b> com os representantes do time paraense.
Neymar PASSA LISO, A REVOLTA É GERAL: ONDE ESTÁ A PUNIÇÃO PARA O 'CRAQUE'?
Mas a pergunta que não quer calar na boca do povo é: E o Neymar? O craque santista, flagrado provocando torcedores com beijinhos e chamando para briga ("Desce aqui!") e, depois, xingando dirigentes do Remo e cantando 'eliminado' na zona mista, <b>passou em branco</b>. Isso mesmo! Pelo menos na primeira leva de denúncias do STJD. O presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, chegou a chamar o camisa 10 de 'vagabundo'. O clube paraense, revoltado, <b>promete entrar com recurso</b> para que o astro também encare o banco dos réus. Mas até agora, a impressão é de que a lei não vale para todos.
IMPACTO POPULAR: R$100 MIL QUE PODERIAM ESTAR NO SEU BOLSO OU NO FUTURO DA CIDADE!
Pense bem, <b>amigo trabalhador, pai de família</b>: R$ 100 mil. Esse valor, numa época de aperto como a nossa, <b>É DINHEIRO DE VERDADE</b>! Para um clube como o Remo, que move a paixão de milhões e <b>gera tanto emprego na região</b>, essa grana <b>FAZ A DIFERENÇA</b>. Não é só o clube que perde. Esse montante poderia estar sendo investido na base, formando novos atletas da sua comunidade, comprando material, pagando fornecedores locais, injetando na economia que gira em torno do futebol. Poderia estar bancando reformas no estádio para a sua segurança e conforto. Agora, pode virar pó, num processo que muitos já veem como injusto e que tira recursos importantes do nosso estado!
É a velha história que o <b>povo trabalhador</b> já conhece: um peso, duas medidas. Enquanto o zagueiro Marllon e o supervisor Diego Ziegg serão julgados e podem pegar gancho pesado, o craque milionário que causou a confusão com provocações e xingamentos foi 'ignorado' pelo Tribunal. O torcedor, que <b>sua a camisa todo dia pra levar o pão pra casa</b>, não entende como a lei vale pra um e não vale pro outro. Essa sensação de <b>INJUSTIÇA</b>, de que os grandes sempre se safam, corrói a confiança no sistema. O povo quer ver que o rigor da lei vale pra todo mundo, do campo de várzea aos gramados internacionais, do trabalhador ao magnata. É a moral que se espera no futebol e na vida!
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